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Crise financeira faz disparar a taxa de devolução de imóveis pelo país

Apertem os cintos: a crise está chegando!

Um dos sintomas do agravamento da crise finaceira é a disparada da inflação e, consequentemente, o aumento expressivo da inadimplência devido ao elevado grau de endividamento das famílias brasileiras.

O problema não se resume aos bens duráveis e de consumo e já atinge todos os setores da indústria, que tradicionalmente é a locomotiva de crescimento de um país. As incertezas quanto aos rumos da nossa economia refletem nas expectativas para o segundo semestre de 2015, bem como para o ano de 2016.

Segmentos antes prósperos e em plena expansão agora sofrem com a brutal queda nas vendas. A Construção Civil e o setor Automotivo estão entre os mais afetados. A falta de boas perspectivas traz consigo o medo do desemprego e muitas empresas já falam em cortes e demissões.

A crise financeira faz disparar a taxa de devolução de imóveis

No Mercado Imobiliário a situação é ainda mais crítica: a dificuldade de acesso ao crédito tornou praticamente impossível haver uma redução nos estoques de imóveis em curto prazo. Isso inibe o lançamento de novos empreendimentos e, consequentemente, causa retração num dos setores que mais gera empregos.

Para piorar, diante do receio de não conseguir manter suas contas em dia (ex: financiamentos de imóveis e de veículos) muitas famílias estão 'preferindo' devolver a perder bens recém adquiridos, inclusive aqueles que ainda nem foram entregues. O crescimento alarmante na taxa de devolução de imóveis é uma prova disso.

Muitas vezes a única saída é tentar renegociar contratos no sentido de reduzir prejuízos. Para tanto, é fundamental que o consumidor conheça seus direitos.

Acesse o link abaixo e saiba o que é possível fazer nestes casos:

Está tendo dificuldades para pagar o financiamento do seu imóvel? É possível desistir da compra