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Comportamento: como lidar com os analistas de resultado

Certamente você conhece ou já ouviu falar de um analista de resultado. Eles estão por toda parte 'alfinetando' tudo e todos, não importa o contexto, ideia ou negócio. De situações banais do cotidiano - como um problema no trânsito - a assuntos complexos que envolvem questões humanas, familiares  ou profissionais, independente de classe social, idade, sexo, raça, religião ou grau de instrução.

Os analistas de resultado no trabalho

Conviver com eles no trabalho é sofrível. Só quem precisa sabe o tamanho do desafio. Não basta "contar até 10" (as vezes é preciso ir até 50, 100 ou 1.000!).

Se "acham" os maiorais e, por isso, sempre querem impor suas vontades. Deste modo, imaginam que ninguém perceberá suas fraquezas ou a fragilidade das capacidades que pensam ter. Críticos vorazes por natureza, de praxe, desdenham as conquistas alheias. São incapazes de reconhecer os méritos e de valorizar a qualidade do trabalho dos outros, ainda que sempre queiram se apropriar dos bons resultados. Desnecessário dizer que nunca 'põem a mão na massa', tampouco 'dão a cara para bater', afinal, falhar publicamente é um risco desnecessário que pode expor as suas limitações.

São famosos pela língua afiada e pelo modo grosseiro com que tratam os colegas, principalmente os seus subordinados. Usam e abusam da voz elevada para ofender, humilhar, amedrontar e até para impor o que querem, tenham ou não razão. Respeito pelos demais é algo que, definitivamente, desconhecem. Raramente têm uma explicação para as suas desaprovações, principalmente quando suas críticas podem fazê-los 'crescer' na carreira ou financeiramente. Aliás, para isso são capazes de tudo. ÉTICA não faz parte do seu vocabulário.

Outra característica comum é o orgulho que sentem do que chamam de 'dom' de apurar erros, falhas e defeitos nos mais variados processos, dos quais - por óbvio - jamais participam efetivamente. Nunca perdem a oportunidade de apontar 'culpados' e de jogar uns contra os outros. Vaidosos, adoram ser bajulados. Se estão no poder - seja em cargos políticos ou gerenciais - incorporam algozes e deixam rastros de destruição por onde passam. A presunção aliada à incompetência pode ser perigosamente destrutiva para àqueles que estiverem por perto, principalmente para os mais humildes e de temperamento passivo.

Os analistas de resultado em família

Engana-se quem pensa que em família o comportamento deles é diferente. A convivência é igualmente desgastante. A rabugice e o pessimismo são seus cartões de visita. Devido a essência negativa da sua personalidade estão sempre de 'cara virada', de mal com a vida e torcendo contra. Não perdem a chance de manifestar o descontentamento que lhes é peculiar seja à mesa ou em festa, ainda que na intimidade – tenham total consciência da sua insignificância.

Como lidar com eles?

Bom humor. Enquanto não for descoberta uma 'fórmula mágica' para transformá-los em pessoas melhores a 'missão' será ter paciência, ignorá-los e seguir em frente, mas sem perder a chance de dar um 'recado' se a oportunidade surgir. 

Se você conhece alguém assim, ajude! Basta compartilhar!

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